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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Comemorando o fim de semestre com estilo!

    E finalmente todos entraram em férias! O Rodrigo foi o primeiro a entrar de férias, seguido da Ge e Matheux, depois vieram eu, Rafa Legal e Laís, Elise, Rafa e Julia, e no último dia foram a Tati, o Pedro, Gui e Gabi. Ô maravilha!
    A sexta-feira chuvosa começou comigo e a Julia indo nos matricular pro semestre que vem na KU Leuven e depois fomos até a prefeitura. Resolvido (ou não) estes pepinos, voltei pro hostel 03.19 arrumar minhas coisas e começar a minha mudança definitiva até o meu novo quarto. Dessa vez, a Julia me ajudou e a mudança foi bem mais tranquila. Primeiro que consegui reduzir o número de caixas, sacolas, malas, etc., e segundo que deu pra colocarmos tudo nas bikes e ir pedalando até o meu quarto. Precisamos de 2 viagens, mais foi bem mais tranquila. Apesar da chuva, foi bem melhor mudar do que com a neve do outro sábado. Minha tarde foi arrumar meu quarto, guardar meus bagulhos, organizar minhas coisas, etc. O que mais gostei do meu quarto novo é o tamanho dele (que cabe mais uns 4 colchões além da minha cama) e o fato de ser em uma casa, que vou dividir com com 2 chineses (inclusive 1 faz aula comigo como descobri ontem) e 3 belgas. Agora não moro mais em Heverlee, mas sim perto da fábrica da Stella Artois em Leuven (por que acham que escolhi aqui? haha) #ascençãoaoring


Meu novo quarto, um tempão pra arrumar e fazer dele meu lar.

    A noite foi dia de festa brasileira pra comemorar o fim do semestre. Além dos brasileiros, tinha um amigo estrangeiro da Tati e a Charlotte, que é uma amiga belga do pessoal que fez o curso de inglês aqui. O cardápio foi risoto, de camarão e de alho-poró. Como os cozinheiros foram a Gabi e o Gui, eles meio que competiram pra ver quem colocava mais pimenta no risoto. Só posso dizer do de alho-poró (da Gabi), que tava apimentado, mas tava muito bom. Teve vinho Lambrusco para os que gostam de vinho e cerveja especial Carolus, que o Rafa Legal trouxe, para os que gostam de cerveja. Tá, eu bebi dos dois, mas enfim, o que conta foi a festa. Muita música brasileira, com direito a um ao vivo, com o namorado da Ge tocando e todo mundo cantando. E os estrangeiros ficaram meio perdidos, mas eles gostam hehe. 

Noite de comer, beber, prosear e cantar. E viva o fim de semestre! =)

    Combinamos mais ou menos o horário de sair no sábado pra ir em Westvleteren para beber a melhor cerveja do mundo... Pra se ter ideia, essa cerveja é muito limitada. Ela é uma cerveja produzida por monges desde muito tempo atrás e eles só produzem o suficiente para manter o monastério. A produção dela é a mesma desde 1946, se não me engano, mas a popularidade dela vem crescendo cada vez mais, então é relativamente difícil consegui-la. Primeiro, não tem delas por aí. Segundo, que pra visitar o monastério precisa fazer reserva com 2 meses de antecedência e pra conseguir 1 engradado da Westvleteren Bruin 12, é preciso da reserva e ir de carro ainda (e é limitado o número que você pode levar: 1 engradado!). Maaas, se você for até Westvleteren, dá pra ir no restaurante que fica do lado lá e comprar a cerveja do bar mesmo. E ainda da pra comprar 1 kit com 6 cervejas, no preço de 20 euros. Esse era nosso plano, ir pra lá, beber no bar e comprar uns kits.
    Apesar de querer sair mais cedo, a maioria optou por sair um pouco mais tarde pra poder dormir mais, então pegamos o trem das 11h57 pra Bruxelas. Fomos eu, Gabi, Pedro, Rafa Legal, Ge e o Leandro (o namorado dela). Depois de um mês só trancado no meu quarto estudando pros exames, estava sentindo falta de andar de trem pela Bélgica... A viagem pra Bruxelas é rapidinho (menos que 20 min), então descemos logo na estação Norte, que tava tão calor que só tava de camiseta, e trocamos de trem para Poperinge. Agora, essa cidadezinha é no fim do mundo viu. E demorou, e demorou, e demorou... Em relação a Bruxelas, Poperinge fica ao oeste, bem para o oeste, meio perto da divisa com a França e o Mar do Norte. Foram mais de 2h de trem, o que começou a me preocupar porque eu e Gabi queríamos ir no jogo do Oud-Heverlee-Leuven a noite e a gente chegou em Poperinge era 2h30 da tarde. Chegamos a pegar sol, chuva, sol, chuva, sol e chuva de novo (lembra alguma cidade, não?).
    Ao chegar naquele fim de mundo, a nossa ideia era pegar um shuttle até Westvleteren, mas nosso tiro saiu pela culatra ao descobrir que precisávamos ter reservado o bendito 2 horas antes. E pra ajudar não tinha ônibus naquela cidade no fim de semana. Fuuu. Com a barriga roncando, a gente começou a pedir informação de como chegar no bendito monastério e uma belga até riu da nossa cara quando perguntamos por um táxi ("Táxi? Em Courtrai? hahaha"). Okays né. Nossa única solução foi procurar algo rápido pra comer. Mas nem isso tinha naquele fim de mundo! Nem mesmo um McDonalds ou um frituur aberto. Com o estômago lá atrás, tivemos que ir andando pro monastério mesmo, deixando a Gabi pra trás, porque ela não queria perder o jogo (tá, eu já tinha comprado meu ingresso, mas não é todo dia que se pode beber a melhor cerveja do mundo né, então deixei pra lá, junto com o meu passe de trem que esqueci com a Gabi #inteligente).
    No caminho a gente conseguiu encontrar um lugarzinho que fazia sanduíches e fomos comer um. Pra nossa alegria, a mulher não falava inglês. E dá-lhe nosso super holandês pra pedir lanches haha. Foi engraçado, mas o sanduíche valeu muito a pena. Claro que comemos andando, pra não perder tempo. E enfrentamos chuva, vento e frio. Como é possível que num dia que eu tava usando só camiseta, tava com minhas mão congelando? Ah Bélgica... mais parecida com Curitiba impossível.
   E depois de mais de 8km caminhando, enfrentando essas condições adversas, passando por milhares de mini-fazendas e sem saber 100% o caminho, chegamos finalmente ao lugar, nos confins de Flandres. Aleluia! Pura comemoração, e é claro, com cervejas.


Em busca da cerveja perfeita...

    Esqueci de explicar antes, mas lá tem 3 tipos de cerveja, a Blonde, a Bruin 8 e a Bruin 12. Apesar de a melhor do mundo ser a 12, as outras também são boas e é claro que começamos com elas, que são mais fracas. Apesar de ser um preço meio elevado (3,70; 4,20 e 4,70), achei elas bem acessíveis até. Não é uma Stella da vida que você compra um monte pra tomar, mas sim cervejas pra se apreciar. E nesse meio tempo, tentamos de tudo, mas não conseguimos marcar o shuttle pra voltar. O jeito foi pedir um táxi de Ieper até Poperinge (que segundo a mulherzinha ia ficar 16 euros, o que tava pra lá de bom).
    A hora da revelação foi ao beber a Westvleteren Bruin 12. A expectativa... A ansiedade... E... E... E... Fantastisch! Como diz o Rafa Legal, a cerveja é um absurdo. E por mais que eu adore a Sint Bernardus 12, tive que concordar em desbancá-la do posto de minha cerveja favorita. Já a Ge, ainda se manteve fiel e preferiu a St. Bernardus.


Tomando a melhor cerveja do mundo e comendo uns queijinhos...

    As coisas estranhas já começaram no restaurante mesmo. Quando fui ao banheiro, ao sair, me deparei com duas velhas prá lá de Bagdá entrando no banheiro masculino. Elas pararam, me olharam, pensaram, riram e sairam andando rápido pras mesas rindo feito loucas. Ê povo estranho... E na hora de ir embora outra surpresa: o táxi que tínhamos chamado era na verdade 50 euros (facadaaa). Mas como ninguém ia voltar andando pra Poperinge a noite e no estado doce, como diz o Pedro, que a gente tava, o jeito foi aceitar. E foi só 10 min de carro. Que absurdo...
    Na estação de trem encontramos um pessoal que tínhamos visto lá no restaurante e que tinham nos perguntado como íriamos pra Poperinge. Não sei se eles também foram de táxi, mas como eles iam pra Bruxelas, a gente foi conversando com eles. E que pessoal maluco, mas muito gente fina. Tá, todos também tinham bebido a Bruin 12. Descobrimos que eles eram americanos, 3 do Texas e 1 de Nova Iorque. No meio das besteiras que ficamos falando até Bruxelas (até que a viagem foi rápida, nem pareceu 2 horas), descobrimos que eles moravam em Londres, que dois deles trabalhavam na Brewdog e que um deles já bebeu quase 5 vezes mais tipos diferentes de cerveja que o Guilherme no Untappd (o cara não é fraco né!). Bem, a gente trocou emails e facebooks e zarpamos em Bruxelas Sul pra pegar o trem pra Leuven. Além de chegar cansadão aqui, ainda tava com fome e as paradas estavam fechadas, então só me sobrou comer kebab, ó vida...
    Agora o jeito é arrumar as coisas pra viajar pro Marrocos! #ocalorquemeespere


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Saia da rotina, ligue 23!

    Sim, foi isso que pensei nessa semana. Em sair da rotina, não em ligar 23 haha. Primeiro, que este foi o primeiro final de semana que passei em Leuven. Além da grana estar curta (tia Dilma, da um help), sábado teve festa de comemoração aos aniversariantes de Outubro/Libra. Praticamente metade do nosso grupo (eu, Tati, Rafa, Matheuxx, Pedro e a  traidora da Camilla rsrs) é de Libra. Então tinha que ter uma boa festa... e com tequila, claro. Veja bem, eu não gostava de tequila até a despedida da Laila, quando a Mônica e a Daphine me fizeram beber 3 doses. Desde então foi evolução até as 9 doses com a Laura e a Pry na Jopar haha. A festa foi muito legal, ponto. O problema não foi a tequila. Nem o vinho ou a vodka. Foram as cervejas belgas, to falando.

    Bem, nem tudo é beber aqui. Tem muita coisa séria também tá (o próximo post será sobre minhas aulas)? Mas, buscando sair do sedentarismo, a Gabi, a Ge e eu inventamos um super plano de atividades físicas: só não pode ficar parado. Aproveitando que a maioria dos esportes aqui são de graça, todo dia é dia de um esporte diferente. A minha grade de esportes é mais cheia que a de matérias, mas o importante é ter saúde haha. O legal é que com bastante gente, a cobrança é maior pra gente fazer os esportes. Judo, taekwondo, capoeira, esgrima, spelunking, tênis e vôlei. É isso mesmo. Ou pelo menos, a ideia, porque afinal, tenho que queimar toda essa batata frita com cerveja aqui da Bélgica...

Judo
Quando: segunda 19h30-21h
O que: o judo é uma arte marcial de defesa pessoal inventada por Jigoro Kano em 1882. Se fundamenta em três princípios: o da máxima eficiência com o mínimo esforço, o  da prosperidade e benefícios mútuos e o da suavidade. No judo geralmente você utiliza a força e o equilíbrio do oponente contra ele. Existe várias técnicas (katas), sendo elas de arremesso, de domínio no solo, de rolamento, de imobilização, de estrangulamento, etc. Nas competições, o objetivo é derrubar o oponente de costas no chão (ippon). No caso de um ippon não perfeito, é pontuado meio-ippon ou wazari. Se o oponente cair de lado é considerado yuko. Para o golpe perfeito é preciso de uma boa postura, pegada, desequilíbrio do oponente, construção do golpe, execução e finalização. A vestimenta usada é o judogui, que pode ser branca ou azul, junto com o cinturão que troca de cor conforme você avança nos kiu e depois nos dan.
Com quem: Gabi, Gê, Júlia (?) e Matheuxx (?)
Como: a aula é em neerlandês, então a gente não entende patavinas, mas é só copiar os coleguinhas. Basicamente começamos com o aquecimento que é ficar correndo, dando cambalhotas e esse tipo de coisa. Depois o grupo se separa em iniciantes e avançados e os mestres passam as técnicas para cada grupo treinar com um parceiro. Meu objetivo era derrubar e/ou imobilizar o Matheuxx. Aham, tenho fé. Uma hora eu consigo. Na  meia hora final ainda teve uma série de exercícios como flexões, abdominais e esse tipo de coisa. Pracabá com a gente mesmo.

Taekwondo
Quando: segunda 21h-23h
O que: o taekwondo, caminho dos punhos e pés, é um combate desarmado para defesa pessoal. Basicamente consiste do emprego dos punhos e pés para interceptar os golpes dos adversários, além de dar pontapés altos e baixos, de frente ou girando (chutar, yeah). Na competição o atacante busca acertar o tórax (1 ou 2 pontos) ou a cabeça do oponente (3 ou 4 pontos) com chutes, enquanto busca esquivar ou bloquear os golpes adversários. O aperfeiçoamento do taekwondo se dá fisicamente e espiritualmente, através dos gub e depois os dan.
Com quem: Gabi, Gê, Pedro e Matheuxx (?)
Como: a aula também é em neerlandês, mas pra ajudar o professor conta em coreano (Y). O problema é que começamos com os exercícios de aquecimento e abdominais logo após terminarmos o judo, então fica bem puxado. Ao contrário do judo, não nos separamos em grupos, então todos praticam as mesmas técnicas de chutes e esquivas, o que não ajuda muito quando um faixa preta vai pra cima de você com uma voadora. Exige bastante coordenação motora e postura e é claro que eu sou um fail. Mas tinha um carinha gente boa que ficava nos ensinando, traduzindo o professor e nos motivando. Tem o poder de deixar você sem pernas, mas minhas sorte é que moro perto do clube.


Capoeira
Quando: terça 21h30-23h
O que: a capoeira é uma arte marcial brasileira (ah vá) que combina luta e dança, físico e espiritual. Os movimentos devem ser ágeis, basicamente composto de chutes, esquivas, aús e rasteiras, mas deve ter musicalidade, ou seja, a ginga. A capoeira foi uma maneira de os escravos praticarem uma luta para se defender dos capitães-do-mato na época colonial, mas como não podia ser explícita, foi mascarada como uma dança. Na roda de capoeira, dois capoeiristas lutam a capoeira ao som do berimbau, entre outros instrumentos, além do canto do solista e do coro. O batizado é a cerimônia onde o iniciante recebe seu primeiro cordel, que evolui até o de mestre conforme sua transformação.
Com quem: Gabi, Gê e Laís
Como: a aula mistura inglês e português (aee). Começamos com alongamentos e prática da ginga. Depois um mestre baiano veio e fez a gente pular corda, fazendo piadinhas em português que os belgas não entendiam (mas a gente sim haha). Só que daí começou a piorar, com exercícios como fazer aús e gingar embaixo ou em cima da corda, pular e tal. Nessa hora o mestre começou a falar "vai loirinha" pra uma belga e a Laís começou a cantar, denunciando nossa nacionalidade... Então começamos a trabalhar com parceiros movimentos de ataque e esquiva. O final foi worst ever: a roda. Fazendo muito barulho as 11 da noite, praticamente todos tiveram que se apresentar no meio da roda, gingando e fazendo movimentos. Eu fui um grande fail pra variar. As meninas fingiram que eram invisíveis e escaparam de ir pro meio. Depois da aula tentaram vender umas calças de capoeira por 55 euros, mas só pra cara deles né.
PS: a ideia era fazer caratê na terça, mas ao chegarmos só tinha faixas pretas e asiáticos na sala. Demos meia volta e acabamos na capoeira mesmo.


Esgrima
Quando: quarta 19h-20h
O que: a esgrima é uma forma de combate na qual procura-se acertar o opontente com a ponta da arma. A posição normal da esgrima é "en guard", a qual te possibilita rapidamente acionar as outras posições, de ataque ou defesa. É um esporte que requer muita agilidade, reflexos e coordenação motora, um movimento em falso é fatal. Existe três modalidades de esgrima, que dependem da arma utilizada: foil, sabre e epée. Além da diferença de design de cada uma, também há diferenças em que parte do corpo podem ser utilizadas. A mais comum é o florete (foil), por ser mais leve e flexível e a pontuação só é contada se a ponta do florete acerta o torso do oponente. Em caso de pontuação ao mesmo tempo, o juiz escolhe quem ganha o ponto. Na esgrima elétrica, o juiz só fica de vela para que os esgrimistas se cumprimentem.
Com quem: Gabi, Gê e Laís
Como: a melhor aula de todas e também a que passa mais rápido. Além disso, esgrima é muito chic, Brunete aprova. A aula é em inglês, mas as vezes os professores embestam de falar neerlandês ou bla-bla-bla. A gente começa correndo feito doido e praticando uns exercícios malucos, se alonga e daí começa a tortura. Geralmente ficamos de frente pro espelho e fazemos os movimentos mandados. Também há o movimento espelhado, em que devemos fazer o contrário do que o professor faz (isso é difícil, porque além de pensar no que tem que fazer, tem que olhar o professor e olhar pro espelho). Na última aula também fizemos exercícios de distância com parceiros. Os professores vivem tirando sarro da gente, especialmente da Geruza, ou cutucando a gente com o florete quando estamos fazendo algo errado.


Spelunking
Quando: quarta 20h-22h
O que: mais conhecido como caving, é um esporte para desbravar cavernas. Além de fazer muito exercício, há o contato com a natureza e o fato de explorar áreas subterrâneas muito pouco visitadas. Para isso, é preciso de muita técnica de escalada, subir e descer com cordas, nadar, etc. Os equipamentos usados geralmente são cordas, luvas, capacetes com lanternas, além dos apetrechos de subida e descida (os nomes aprendi em Dutch, então não sei escrever muito bem) que servem para fazer nós, descer, se segurar ou subir, etc.
Com quem: Gabi, Gê e Laís
Como: uma aula relativamente mais susse. As práticas das técnicas fazemos no ginásio mesmo. Até agora aprendemos a subir e descer com cordas e os apetrechos, parar no meio do caminho (fazer os nós) e até trocar de corda para subir ou descer. Exige força nos braços e pernas e geralmente a gente tá cansado por causa da esgrima, mas mesmo assim nos esforçamos bastante. Tem até um clube de Spekul onde a galera guarda os equipamentos, bebe e joga conversa fora. Vamos até numa caverna nesse domingo. Apesar de não ter saído tão barato quanto eu gostaria (seguro, roupas velhas, luvas e gasolina), acredito que vai valer bastante a pena.


Tênis
Quando: quinta a tarde
O que: a maioria conhece o tênis, um esporte de origem inglesa que tem por objetivo atacar a bola na quadra adversária, não dando chance para que ele rebata ou se rebater, que a bola não passe ou vá para fora. Os jogos podem ser em quadra de cimento, saibro, sintética ou de grama, sendo que cada quadra determina a velocidade da bola e a altura que ela quica. Cada jogo é composto por pontos, games e sets. Em um game a pontuação varia de 0/15/30/40/game, sendo que é preciso ter 2 pontuações de diferença para que o game feche. O set é composto de 6 games, sendo que também é preciso de 2 games de diferença. No caso de empate de sets, há o tie-break. No tênis masculino, que é preciso ganhar 3 sets, as partidas podem durar mais de 3 horas. O tênis de dupla pode parecer mais tranquilo, mas também exige mais velocidade, reflexo e trabalho de equipe. O Torneio de Wimbledom (de grama) é o mais prestigiado de todos, mas cada torneio dá sua pontuação. O jogador vai acumulando pontos até aparecer (ou não) nos tops do mundo.
Com quem: Gabi e Gê
Como: esse não é uma aula, porque tínhamos que pagar (e caro), mas como tem muitas quadras de tênis aqui e quinta-feira tava livre, escolhemos por praticar esse esporte tão nobre (Brunete também aprova hein). Compramos as raquetes e as bolinhas, mas as quadras podemos ir de graça. Ninguém sabe jogar muito bem, então é mais para brincarmos mesmo, é muito massa. Mas não pense que a gente não cansa, porque corremos bastante até. Espero que os outros joguem com a gente nas próximas vezes, porque tênis de dupla não cansa tanto quanto 1x1.


Vôlei
Quando: sexta a noite
O que: nem vou falar muito né... Um esporte que requer muita força de vontade e trabalho de equipe, o vôlei conta com um time de 6 pessoas que tem até 3 toques para colocar a bola do lado adversário e impedir o contrário (sendo colocando a bola no chão, bloqueando ou defendendo). No vôlei tem-se 6 posições, sendo que delas 2 são de ponteiro-passador (função de defender e atacar), 1 oposto (que não recebe o ataque adversário, tendo mais mobilidade para atacar), 1 central (geralmente mais alto para bloquear e atacar pelo meio da rede com bolas rápidas), 1 líbero (que tem função defensiva, não podendo atacar ou sacar) e 1 levantador (responsável por armar os ataques do time, levantando a 2ª bola). A Superliga é o campeonato brasileiro de vôlei, enquanto a Liga Mundial e o Grand Prix são os campeonatos mundiais.
Com quem: Gabi, Gê, Tati, Rodrigo
Como: como infelizmente o vôlei era no mesmo horário da esgrima, optamos por esta e deixamos o vôlei para jogarmos em grupo mesmo, não fazendo aula. O equipamento e a reserva da quadra é de graça, só temos que montar e desmontar a rede. Como também ninguém é expert, a gente só brinca, mas é muuuito legal. Espero claro que o resto do povo compareça nos próximos jogos, porque quanto mais gente melhor (ui).

    Nos dias que não fazemos nada eu procuro correr. O campus é um ótimo lugar para correr, não apenas na pista de cooper, mas por aí. É muito bonito e sempre tem lugares que não fui ainda. A intenção é essa. Ser saudável, ou semi-saudável pelo menos. Vou realmente me esforçar pra manter todos esses esportes, na medida do possível com os estudos. À bientôt.