Acordando
cedo com o barulho da rua (nada que eu já não fosse acostumado), tomamos o café
da manhã do hostel (que já era incluso) e partimos andar por Praga em direção
ao Castelo. Claro que andamos pelos mesmos lugares que tínhamos feito no dia
anterior até chegar a Ponte Charles, mas é que a gente não queria gastar
coisinhas com transporte e também porque Praga é muito pequena.
Enfim,
quando se atravessa o rio, se chega em outra cidade praticamente. Não que lá
não fosse antigo também, mas sei lá, tinha um ar diferente, a arquitetura das
casas e das coisas era um pouco diferente também. Mais uma vez, fiquei de cara
que os tchecos tinham a mania de construir casas na frente das igrejas e não
dava pra tirar uma foto decente. Enquanto eu tentava tirar uma boa foto, quase
fui atropelado por um tram, mas quando ele me buzinou eu saí do caminho...
Depois disso começamos nossa subida até o castelo. E que subida hein, parecia
que não terminava. Quando finalmente chegamos lá, encontramos uma multidão em
frente ao palácio, porque estava acontecendo a troca de guarda.
Pessoas se atropelando pra tirar uma foto dos carinhas na troca de guarda...
Achei
toda a parte do castelo legal. Atrás do palácio fica a Catedral, que eu acho que
é o símbolo de Praga. Ela é enorme e super difícil de enquadrar, porque, como
sempre, tem construções demais na frente dela. Pra ajudar, o preço pra entrar
era alto (e não queríamos trocar mais coisinhas, porque sempre perdemos
dinheiro) e tinha uma fila grande. Demos a volta nela, então, e seguimos
caminho pelas contruções antigas. Tinha até uma rua que você tinha que pagar
pra ir! Absurdo... Enfim, paramos no mirante, onde tinha um monte de italianos
(que inclusive pediram pra eu tirar uma foto pra eles e falaram que eu sabia
faltar muito italiano... aham, senta lá) e quando fui tirar umas fotos, as
pilhas acabaram (maquina troll). O jeito foi se virar de novo com o celular da
Ju. Só não reclamo porque ele tem o dom de deixar as coisas mais coloridas e as
pessoas mais magras.
Catedral gótica de Praga
Ficamos
um tempo andando pelos jardins e aproveitando o lugar, até finalmente voltarmos
a frente do palácio, onde estava acontecendo outra troca de guarda e estava
ainda mais cheio (oxe, esses guardas não trabalham mesmo hein). Subindo cada
vez mais, aproveitamos pra comprar uma água e tirar mais fotos até chegar numa
Basílica bem bonita, onde uma vez era um monastério e tem até um audioguia, que
você aperta um botãozinho e ele explica pra você o que significa, quando foi
construído e tal.
Basílica/Monastério "?" (o nome tava em tcheco, não consigo lembrar)
Dali,
seguimos para a Torre Petrin, que achamos que ia demorar um tempão pra chegarmos, mas
como já tínhamos subido um monte, foi rapidinho. Ok, a torre é uma cópia bem
menor da Torre Eiffel, mas os tchecos dizem que ela é somente inspirada na
Eiffel e não uma cópia. Aham, eu acredito. Ali ficamos uma hora e pouco
sentados discutindo a vida. Afinal, a gente já tinha feito tudo que tínhamos
planejado e era 2 da tarde ainda. Praga é bonita e tal, mas é bem pequena.
Torre Eiffel, digo, Petrin
O
que a minha mãe ia gostar era do jardim de rosas que tem do lado da Torre, que
eu achei super bonito mesmo. No meio dele também fica o Planetário, mas a gente
nem teve interesse de ir e começamos a descer o morro. No caminho encontramos
uma lagoa com uma cachorra nadando pra pegar a bolinha. A dona era mó
preguiçosa e o único esforço que fazia quando não estava lendo era tacar a
bolinha na água. Mas a cachorra achava o máximo, isso é o que importa. As vezes
fico pensando porque não fiz isso com as minhas. Daí lembro que elas não gostam
de água e, mais importante, não tem lugares assim no Brasil pra fazer isso.
Depois de descer o morro andamos bastante até chegar no hostel, passando pela
Ópera, que ainda não tínhamos visto. O que nos incomodou foi ver um monte de
gente do lado da estação com seringas (¬¬). Enfim, passamos rápido e chegamos
cedo no hostel, deu tempo até de dar uma dormida e assistir Game of Thrones com
a Ju antes de sair.
Jardim de rosas #minhamaepira
(espaço reservado pra foto que a Lorena ainda vai me mandar)
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Resumo: Praga é uma cidade encantadora. Mesmo pequena, ela tem seu charme e você
acaba gostando bastante dela. Ela tem muita classe, com tantos concertos e
prédios históricos.
O que gostei em Praga: a parte gótica da cidade e a quantidade de concertos.
O que não gostei: as pessoas se drogando em pleno lugar público a luz do dia, o que parecia bem normal.
O que gostei em Praga: a parte gótica da cidade e a quantidade de concertos.
O que não gostei: as pessoas se drogando em pleno lugar público a luz do dia, o que parecia bem normal.
Se tivesse mais dinheiro e tempo: teria visitado a Catedral por dentro e visto algum concerto.
Praga é a cara: da Elise.
Praga é a cara: da Elise.



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